Por exemplo, se você contratar hoje, já pode usar serviços simples como consultas básicas em vinte e quatro horas. Mas para procedimentos mais complexos, como cirurgias ou internações, o plano exige um tempo maior, que pode chegar a 180 dias. Para partos o prazo é de 300 dias.
É parecido com quando você começa um novo emprego e precisa cumprir um tempo antes de ter direito a férias. O plano funciona com essa lógica: ele te protege, mas precisa de um tempo para que tudo esteja equilibrado.
Se você tiver alguma urgência médica, como um acidente ou uma complicação grave, o plano cobre mesmo durante a carência — isso é garantido por lei. E se você já tinha outro plano antes, pode aproveitar parte do tempo que já cumpriu, dependendo do tipo de contratação.